sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017

Movimento Bandeira Azul na Praia do Peró

O movimento está cada vez mais fortalecido. Com a mudança de governo, a nova equipe abraçou a proposta e formou novo conselho gestor, com integrantes do poder público e sociedade civil, empenhados em hastear esta bandeira.








No dia sete de fevereiro de dois mil e dezessete, na sala de reuniões da COGEMA - Coordenadoria Geral do Meio Ambiente,  reuniram-se Paulo Bayer, coordenador para o Bandeira Azul, Fabíola Bleicker e Luane Ferreira (sua suplente) da Secretaria de Turismo, Marcinha Ribeiro, representante da UNIAMACAF, Angelo Dutra , do grupo Amigos do Peró, Marta Rocha, da AMPLOCAP, Paulo Roberto Araújo, como representante da comunicação do grupo Amigos do Peró, Maria Inés Oliveros dos Santos e Cristiane Zotich (sua suplente) do Convention Bureau, Thais Antunes – representando o empresário Roberto Saci, da AHCF, Rogéria Castro, Guarda Parque do PECS (INEA)e Christianne Rothier, moradora e educadora ambiental, formando assim o Conselho Gestor do Projeto Bandeira Azul Praia do Peró, Cabo Frio



Na quarta feira, 15/02, a Secretária de Turismo Fabíola Bleicker e "todos os funcionários da Secretaria de Turismo e representantes do Trade fizeram uma visita técnica aos principais pontos turísticos marítimos e terrestres de Cabo Frio. Essa visita inaugurou uma série de atividades, que tem como objetivo aprimorar o trabalho do pessoal que lida diretamente e indiretamente com os turistas. A informação turística prestada de maneira eficiente e profissional, beneficiará não só aos nossos turistas, mas também à cidade e os prestadores de serviços. O turista bem informado fica mais tempo na cidade, ficará mais uma noite no hotel, experimentará novos restaurantes, fará novas opções de passeio, enfim, virará um visitante assíduo do nosso município".



Terminal Transatlântico em visita marítima a bordo do Catamarã Black Diamond. Foto: Pier equipe técnica.

Na ocasião, Paulo Bayer apresentou o Projeto Bandeira Azul, falando de sua importância não só para o Peró, mas para a cidade e a região como um todo.



Nós apoiamos e queremos hastear a Bandeira Azul na Praia do Peró!


Novo Mutirão Pré Carnaval!



Tá chegando... é amanhã! Novas mudas, limpeza, mourões... vamos lá??
Ver as Ipoméias que rebrotaram, as mudas que vingaram, o mangue todo florido cheio de propágulos!! Ah... quer saber o que são propágulos? Venha ver ao vivo amanhã!!! Não esqueça luvas e ferramentinhas de jardinagem pra mexer nos pneus!! A natureza tem feito a parte dela... a gente só precisa dar uma forcinha!!


segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017

Trilha do Farolete da Lajinha - Parque Municipal da Boca da Barra - Cabo Frio

Domingo 05 de feveveiro foi mais um dia do projeto 
 “Educação Ambiental e Uso Sustentável da Unidade de Conservação da Ilha do Japonês”, no Parque Municipal da Boca da Barra. 
Paulo Bayer, da Cogema e eu, Christianne Rothier, como representante do Conselho do Movimento Bandeira Azul - Peró, acompanhamos os visitantes junto com voluntários, estudantes e professores da Universidade Veiga de Almeida, instituição parceira da Cogema - Coordenadoria Geral do Meio Ambiente.
Antes da trilha, alongamento e aquecimento do corpo. A caminhada é tranquila, com alguns trechos mais puxados de subida. A vista é deslumbrante!
Ao longo do caminho, Paulo Bayer compartilha com o grupo informações sobre a flora local, destacando espécies endêmicas e também vegetação invasora. 
Pelo caminho, os visitantes fizeram uma coleta voluntária de resíduos (latas, garrafas, embalagens diversas de alimento, pontas de cigarro), deixados por visitantes que ainda não despertaram para a importância d cuidado com o patrimônio natural.






Dill Quaresma, da Jovem TV, acompanhou o grupo, entrevistando os participantes para o seu programa. 













Este é o famoso Pilosocereus ulei, uma espécie endêmica de cactus, só encontrada nesta região. Um espetáculo!  (veja ao final uma ótima matéria sobre esta espécie)


















Caatinga fluminense ocupa costa de Saquarema a Búzios

Pesquisadores explicam que alto nível de ensolação e baixo índice pluviométrico da região propiciam aparecimento de vegetação que lembra a que é típica do Nordeste

http://odia.ig.com.br/portal/cienciaesaude/vidaemeioambiente/caatinga-fluminense-ocupa-costa-de-saquarema-a-b%C3%BAzios-1.499088

6.10.2012 às 22h04 > Atualizado em 6.10.2012 às 22h07

Por mais que não tenha sido bom aluno, qualquer brasileiro que já teve contato com um livro escolar de Geografia sabe: Caatinga é a vegetação típica do Nordeste, que se estende ainda ao Norte de Minas. Mas pesquisadores do Rio, referendados por entidades como a Embrapa, defendem que há uma Caatinga fluminense. Ela fica na Região dos Lagos e parte está sob ameaça de problemas típicos do local, como ocupação irregular causada pela especulação imobiliária.
A Caatinga fluminense não é exatamente igual a do Nordeste em relação às espécies, mas visualmente pode ser bem semelhante. Ela é chamada de Caatinga Hipoxerófila pela Embrapa e pode ser encontrada sobretudo em Cabo Frio, estendendo-se para Búzios, Arraial do Cabo, Iguaba e arredores. O bioma tem até uma espécie endêmica de cactus — que só existe nessa região —, o Cactaceae Pilosocereus ulei.
O motivo de uma vegetação tão parecida com a do semiárido surgir perto de paisagens litorâneas paradisíacas como a Praia de Tucuns, em Búzios, é o fato de que essas áreas têm índice de insolação e chuva semelhante ao das áreas secas do Nordeste brasileiro. Isso vem se repetindo nos últimos 10 mil anos, segundo os pesquisadores.
Heloísa Helena Gomes, do Departamento de Geografia da Uerj, explica que enquanto área como Angra dos Reis têm algo em torno de dois mil mm de precipitação por ano, em Cabo Frio ela é de 700 a 800. “Cabo Frio pode ser considerado o único grande reduto de caatingas extra-sertanejo do País”, diz.
Apesar da vegetação típica da caatinga fluminense ainda ser abundante, construções irregulares em áreas não-autorizadas preocupam pesquisadores. “O cactus endêmico, por exemplo, não corre o risco de extinção, mas é preciso tomar cuidado, pois ele só existe ali. E vemos alguns absurdos na Região dos Lagos, como o surgimento de condomínios em áreas que abrigam vegetação, por exemplo”, observa Heloísa. O pedaço do Nordeste do Rio também requer cuidados.
Parque com vegetação típica se estende por seis cidades
Parte do local onde aparece a caatinga fluminense está nos limites de uma área de proteção criada no ano passado: o Parque Costa do Sol. Segundo o diretor de Biodiversidade e Áreas Protegidas do Instituto Estadual do Ambiente (Inea), André Ilha, a iniciativa tem entre seus vários objetivos proteger a caatinga típica do Estado do Rio.
O Costa do Sol se estende por 10 mil hectares em Saquarema, Araruama, Arraial do Cabo, Cabo Frio, Búzios e São Pedro da Aldeia. Metade dessa área é contínua e a outra se divide em outros 42 setores de proteção, apelidados de “ilhas”.
Segundo André Ilha, o parque permitirá o uso de setores para ecoturismo e visitação. “O plano de manejo ainda está sendo elaborado, mas áreas privadas dentro de seus limites podem ser desapropriadas”, explica.
André Ilha informou que, para fiscalizar a área e evitar problemas como a ocupação irregular, 20 guardas serão contratados para trabalhar no Parque Costa do Sol e uma Unidade de Polícia Ambiental (Upam) também deverá ser instalada na região.
As Upam começaram a ser criadas este ano no Parque Estadual da Pedra Branca, em Jacarepaguá, e no Parque Estadual do Desengano, em Campos, São Fidélis e Santa Maria Madalena.






Pesquisa levanta dados para unidade de conservação

06 de fevereiro de 2017
 Atividades de educação ambiental também estão sendo realizadas por universitários e voluntários

Os domingos têm sido de muito trabalho e integração comunitária para um grupo de alunos da Universidade Veiga de Almeida (UVA). Eles participam de uma ação de educação ambiental no Parque Municipal Boca da Barra, onde localiza-se a Ilha do Japonês, ao mesmo tempo em que têm coletado dados para um projeto de iniciação científica. No mês de janeiro, 368 questionários foram respondidos por frequentadores da unidade de conservação e os trabalhos seguem até o fim deste mês. As ações são realizadas por um grupo de 15 a 20 colaboradores, entre universitários e voluntários, com o suporte da Coordenadoria de Meio Ambiente de Cabo Frio.

A estudante de Engenharia Ambiental Agatha Martins destaca a receptividade dos entrevistados à iniciativa. “Todos demonstraram interesse no trabalho e dão sugestões sobre o que pode melhorar na Ilha”, ressalta. Os questionários já estão sendo tabulados pelos universitários. As sugestões mais recorrentes são sobre a melhoria do estacionamento da praia e maior quantidade de lixeiras na ilha.

No decorrer de fevereiro, os banhistas também receberão panfletos e adesivos, como forma de fixação de mensagens educativas. Outra ferramenta que está sendo utilizada pelo grupo é a realização de uma trilha guiada ao Farol da Lajinha, onde além de apreciar a vista exuberante, os visitantes recebem orientação sobre a fauna e flora local e a importância da preservação deste ecossistema.

Para o professor Eduardo Pimenta, coordenador do curso de Gestão Ambiental da UVA e do Grupo de Estudos da Pesca, este projeto de extensão da universidade só é possível porque os voluntários estão presentes. Ele acredita que a união de esforços, reunindo diversos atores, e especialmente pelas informações geradas cientificamente, possibilitará aos gestores públicos entender quais são os gargalos e trabalhar para saná-los.

Amadurecimento acadêmico

A engenheira ambiental Monique Martins Vicente está envolvida com o projeto desde o primeiro domingo e explica que as melhorias decorrentes do projeto são extremamente importantes para manter a beleza e biodiversidade do parque. “O projeto tem contribuído para o meu desenvolvimento profissional, pois estou conhecendo mais sobre a região e sua importância, além de lidar com pessoas de várias áreas, ouvindo suas sugestões e podendo levar noções de educação ambiental aos visitantes”, destaca.

Ela conta que conheceu a lagoa de Araruama quando ainda possuía águas cristalinas e que uma gestão adequada pode melhorar as condições deste corpo hídrico. “Contribuir com o Parque Municipal Boca da Barra também ajuda a preservar a Laguna de Araruama já que ambos são ligados pelo canal”, ressalta.

Preparando o corpo para a caminhada!

Fonte: https://www.uva.br/noticias/pesquisa-levanta-dados-para-unidade-de-conservacao

Ilha do Japonês, eu vou, eu cuido!

Esses são os felizardos sorteados com seus brindes, oferecidos pelo Projeto Albatroz



Trilha aberta ao público atrai frequentadores da Ilha do Japonês em Cabo Frio

Trilha aberta ao público atrai frequentadores da Ilha do Japonês em Cabo Frio

Atividade faz parte de projeto da Coordenadoria de Meio Ambiente

Em: 06/02/2017 às 12:18:50
da Redação
 


A Trilha do Farol da Lajinha, na Boca da Barra, na Ilha do Japonês, em Cabo Frio, foi a atração do fim de semana. A iniciativa, que faz parte do projeto “Educação Ambiental e Uso Sustentável da Unidade de Conservação da Ilha do Japonês”, reuniu cerca de 20 participantes entre jovens e adultos, no domingo (5). Esta foi a primeira trilha do projeto, promovido pela Coordenadoria de Meio Ambiente em parceria com a Universidade Veiga de Almeida.
 
De acordo com Antônio Ângelo Marques, um dos responsáveis pelo projeto, a caminhada agradou aos participantes, que foram conduzidos por dois guias. A trilha foi de nível leve e teve duração de cerca de 1h30. Segundo ele, o objetivo da proposta é estimular nas pessoas o interesse pela prática de atividades ao ar livre sem deixar de lado a proteção ambiental.
 
“Os depoimentos dos participantes foram os melhores possíveis e isso é o que nos incentiva à continuidade do projeto. Precisamos tornar pública a importância dessa unidade de conservação, incentivar o uso sustentável e conscientizar os cidadãos para sua preservação. Esse é o objetivo do projeto.  Afinal  ninguém  protege  o que  não  conhece”, avaliou Antônio Ângelo. 

No final da caminhada foram sorteados brindes entre os participantes oferecidos pelo projeto Albatroz, que tem patrocínio da Petrobrás. Segundo Antônio, as próximas etapas do circuito de trilhas da Boca da Barra são o reconhecimento e preparo das trilhas da Praia do Chapéu e Brava com canalização e calendário para visitação guiada. A estimativa é de que em março seja definido todo o restante do projeto, inclusive o calendário com as datas de saída.
 
SOBRE O PROJETO

O projeto “Educação Ambiental e Uso Sustentável da Unidade de Conservação da Ilha do Japonês” foi criado para desenvolver na população uma cultura de utilização dos espaços de preservação de forma consciente e sustentável.
 
Para isso, junto com as trilhas e ações de educação ambiental, o projeto também realiza mais duas iniciativas: entrega de selo adesivo de apoio ao uso e preservação ambiental, além de pesquisa sobre o perfil dos frequentadores da ilha.
 
A partir dos dados colhidos, a ideia é elaborar propostas com atividades e programa de conscientização conforme as características dos usuários do local. O selo é uma parceria da Prefeitura com a Prolagos, concessionária de água e esgoto da região. 

Fonte: http://rc24h.com.br/noticias/ver/25271/titulo_da_noticia