quarta-feira, 19 de julho de 2017

Sylvia Earle e sua Missão Azul


SEM AZUL NÃO HÁ VERDE

Sylvia Earle é uma mulher incrível. Mergulhou em todos os oceanos e testemunhou belezas nunca antes vistas no fundo do mar e também a destruição de áreas que anos antes a deslumbraram pela riqueza e diversidade de espécies. Tocada pela situação dramática dos oceanos, empenhou-se em uma missão, uma Missão Azul. Conheça um pouco dessa mulher e assista ao documentário, disponível no Netflix.



Missão Azul é uma iniciativa global de Sylvia Earle Alliance, uma organização que foi formada em resposta ao Prêmio TED 2009, onde Sylvia faz menção ao seu desejo solicitando às pessoas que usem todos os meios à sua disposição – filmes, expedições, a web, novos submarinos – a fim de criar uma campanha para inflamar o apoio público para uma rede global de áreas marinhas protegidas: “Espero spots grandes o suficiente para salvar e restaurar o coração azul do planeta“. Você pode assistir a palestra de Sylvia no TED, em inglês: http://www.ted.com/talks/sylvia_earle_s_ted_prize_wish_to_protect_our_oceans?language=en ou diretamente na NETFLIX.

FONTE: https://wohaliterapias.wordpress.com/2015/05/07/missao-azul-protegendo-e-preservando-nossos-oceanos/




O documentário “Mission Blue” (ou missão azul em português) está disponível no Netflix e retrata lindamente a missão que a oceanógrafa Sylvia Earle escolheu pra vida: preservar os oceanos. A obra que demorou 4 anos pra ficar pronta, mostra o porquê das escolhas de Sylvia e como ela corre o mundo inteiro para levar essa mensagem e conscientizar milhares de pessoas. As imagens são realmente surpreendentes e encantadoras, mais que isso, elas conseguem mostrar a transformação nas águas ao longo dos anos.


fonte: http://www.menos1lixo.com.br/cultura-documentario-mission-blue/


Atualmente, a comunidade Missão Azul inclui mais de 100 grupos respeitados e responsáveis pela conservação dos oceanos, assim como organizações afins formadas por grandes empresas multinacionais e equipes científicas individuais que fazem a parte mais importante da pesquisa.
Mission-Blue.org é uma rede social e comunidade oceanográfica que procura fazer valer o desejo de Sylvia por despertar a consciência pública sobre as questões oceânicas críticas, inspirando o apoio de organizações, projetos e expedições científicas que fazem uma diferença muito positiva para os oceanos. Décadas de sobrepesca, poluição,  alterações climáticas, acidificação e outras pressões humanas ameaçam a natureza fundamental do oceano – e, portanto, o futuro da humanidade.
O objetivo principal desse projeto é encorajar todos os cidadãos do mundo que se preocupam com os oceanos para chegar e apoiar a missão azul em qualquer maneira que puderem. Segundo dados constantes no documentário, cerca de 2% dos oceanos é totalmente protegido e apenas 5% estão fora das ameaças conhecidas. Com esforço concentrado e pessoas apaixonadas, podemos continuar esta tendência positiva e ajudar a criar uma rede global de “Locais de Esperança”, nome intitulado desta forma pela cientista aos locais onde a natureza se recupera e se reconstrói com a proteção humana. Esses sim, serão as sementes do oceano saudável de amanhã!
Mais informações sobre o projeto estão no site: http://mission-blue.org/about/
fonte: https://wohaliterapias.wordpress.com/2015/05/07/missao-azul-protegendo-e-preservando-nossos-oceanos/

Sylvia Earle diz em artigo que mulheres podem contribuir para acabar com o maior problema dos oceanos: a ignorância

Oceanos, maior problema é ignorância: o delicioso texto de Sylvia foi publicado em Maio, no prestigioso UN Foundation Blog, o blog da ONU, com o título: Women are needed to help solve the Ocean’s biggest problem: ignorance

Oceanos, maior problema é ignorância

Sylvia conta que, em 1964, ainda como estudante graduada da Duke University, recebeu um convite para um cruzeiro exploratório a bordo do navio de pesquisas Anton Bruun, um colosso à época. O convite era para um cruzeiro de seis semanas, explorando o oceano Índico. Ganhamos todos. A cientista se apaixonou. De acordo com ela, “desde então minha vida mudou pra sempre”; e nós ganhamos uma cientista dedicada à explicar para governos, agências, escolas, universidades, todos enfim, a importância, e o estado crítico de saúde, do maior ecossistema do planeta: os oceanos.

A expedição foi uma “jóia”

No artigo Sylvia Earle cita os problemas iniciais, quando os cientistas tinham que explorar as profundezas como uma simples linha com anzol. Posteriormente, tiveram acesso à equipamentos de mergulho…
Tivemos equipamento de mergulho que tornou possível mergulhar e documentar a vida marinha que ninguém nunca tinha visto antes em ambientes não perturbados.

Navegando pelo mundo à procura de conhecimento

Sylvia passou um bocado de tempo embarcada, única maneira de conhecer os problemas do mar. Felizmente, nossa cientista é a antítese do cadavérico Ibama, autarquia que tem o desplante de cuidar de nossa biodiversidade marinha e terrestre, com apenas três barcos para fiscalizar toda a costa brasileira.
A autora, que em breve poderá vir ao Brasil, afirma
Entre 1964 e 1966 eu passei muito tempo no mar. Eu fui em expedições para as Ilhas Galápagos, a San Felix, ao Juan Fernández Islands, Panamá e do Golfo do México (só para citar alguns). Comecei a desenvolver uma rede de colegas e amigos, e meu nome ganhou aceitação profissional tal, que foi muito além de qualquer coisa que eu já tinha experimentado antes.

O início da exploração submarina e o conhecimento atual: ‘oceano, pedra angular da vida’

Sylvia conta:
Quando eu comecei a explorar o oceano, pensava-se que o oceano era demasiado grande para falhar, não importa o que a gente jogou nele ou o que nós extraímos. Agora sabemos. O oceano é a pedra angular da vida, moldando do clima, e da química planetária; governando o sistema de suporte de vida da Terra – e ele está  em apuros. Os recifes de coral, prados da grama do mar, florestas de kelp, vários tipos de peixes e outras espécies marinhas, mesmo fitoplâncton que gera a maior parte do oxigênio na atmosfera, estão em declínio acentuado.

Atenção mulheres: o momento é este

Para Sylvia Earle,
Nunca antes houve um momento de maior oportunidade ou necessidade, para as mulheres na ciência, negócios, governo, tecnologia, engenharia, arte e matemática. Mulheres são necessários para ajudar a resolver o maior problema de todos para o oceano e para o mundo: a ignorância.

A conclusão do artigo de Sylvia Earle

Cinquenta anos no futuro, será tarde demais para fazer o que é possível no momento. Temos de trabalhar todos juntos – mulheres e homens – para explorar e cuidar dos  oceanos como se nossas vidas dependessem dele. Porque é exatamente o que  eles fazem: permitir a vida!  Independentemente do sexo, se você precisa respirar para viver, então preste atenção ao artigo.

fonte: https://marsemfim.com.br/oceanos-maior-problema-e-ignorancia/

segunda-feira, 17 de julho de 2017

TUDO ESTÁ SEMPRE BEM - Por Daniel Munduruku



TUDO ESTÁ SEMPRE BEM
Por Daniel Munduruku

O hoje começa enquanto dormimos. Os sonhos são nossa porta de entrada para o mundo alheio ao que pensamos dominar. Dormir, sonhar, acordar são movimentos únicos que nos integram com o universo ao nosso redor. Viver integrados na teia universal é a garantia da sanidade que une diferentes seres no mesmo processo de conhecimento.
Nosso mundo é repleto de mistérios que só podemos desvendar quando fechamos os olhos na direção do infinito que mora dentro de nós. O caminho da partida e da chegada é o mesmo. Eterno retorno. Luta inglória para transformar o outro enquanto pensamos na perfeição que nos habita. Doce ilusão! A nossa “perfeição” não cabe no outro. Ela é uma roupa feita sob medida: só cabe em nossa pessoa.
O hoje começa e termina em mim. O hoje é minha eternidade frágil, lapso da luz de um raio que ilumina por um tempo infinitamente curto. Só hoje EU SOU. Só hoje estará tudo bem. Só hoje serei mais risonho, alegre, forte. Só hoje trarei meus sonhos à baila e dançarei com eles a harmonia do universo. Só hoje murmurarei melodias inaudíveis para sintonizar a música da natureza.
Que hoje o teu silêncio reverbere em partilha. Que tua música expresse teu corpo. Que teus sentidos busquem a perfeição do outro para que as perfeições se contemplem. E que tudo esteja sempre bem.
(Foto: Antonio Carlos Ferreira Banavita)



Everything is always well 
By Daniel Munduruku tradução Heloisa Prieto
The day starts when we fall asleep. Dreams are the entrance gate to an alien world we think we can dominate. To sleep, to dream, to wake up are unique motions that integrate us with the universe around us. To live integrated in the universal web is our safety guarantee that unites different beings in the same process of knowing. Our world if full of myteries that we can only unveil when we close our eyes and see the infinite that dwells inside us. The way to leave and to arrive is the same. The eternal returning. The useless struggle to transform the other while thinking to be perfect ourselves. Vain illusion! Our perfection does not fit anyone else´s. It is but a piece of clothing exclusively made to ourselves. Today starts and ends inside. Today is my eternity, a frail glimpse of a ray that illuminates for an infinitely short moment. Only today I AM. Only today everything will be well. Only today I shall smile, happily and strongly. Only todayI shall let my dreams surface to dance with them in the harmony of the universe. Only today I can whisper silent melodies to tune the music of nature. May your silence reverberate while sharing. May your music express your body. May your senses search for the perfection of another so that perfections may share be shared. And may all be wellness...
(Foto de Antonio Carlos Ferreira Banavita)

Daniel Munduruku
Escritor indígena, graduado em Filosofia, tem licenciatura em História e Psicologia.

Doutor em Educação pela USP.
É pós-doutor em Literatura pela Universidade Federal de São Carlos - UFSCar.
Diretor presidente do Instituto UKA - Casa dos Saberes Ancestrais.
Autor de 50 livros para crianças, jovens e educadores é Comendador da Ordem do Mérito Cultural da Presidência da República desde 2008. Em 2013 recebeu a mesma honraria na categoria da Grã-Cruz, a mais importante honraria oficial a um cidadão brasileiro na área da cultura.
Membro Fundador da Academia de Letras de Lorena.
Recebeu diversos prêmios no Brasil e Exterior entre eles o Prêmio Jabuti, Prêmio da Academia Brasileira de Letras, o Prêmio Érico Vanucci Mendes (outorgado pelo CNPq); Prêmio Tolerância (outorgado pela UNESCO). Muitos de seus livros receberam o selo Altamente Recomendável outorgado pela Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil (FNLIJ). Reside em Lorena, interior de SP.
fonte: http://danielmunduruku.blogspot.com.br/p/daniel-munduruku.html

domingo, 16 de julho de 2017

Gisele Bündchen e a floresta amazônica

Recentemente (junho 2017) Gisele Bündchen protagonizou um episódio bem interessante nas redes sociais, enviando através do Tweeter uma mensagem ao presidente pedindo proteção à Mãe Terra. Sua voz ecoou e contribuiu para o veto à redução de áreas protegidas. Mas durou pouco nossa alegria...



Gisele Bündchen CHORA ao ver Amazônia 

destruída pela pecuária


Publicado em 18 de nov de 2016

Gisele Bündchen CHORA ao ver desmatamento da Amazônia por hambúrgueres.

A modelo brasileira ficou chocada ao descobrir que a floresta amazônica está sendo destruída para produção de gado. O episódio ocorreu durante a gravação da série Years Of Living Dangerously, produzida pelo National Geographic Channel.

Paulo Adario, da ONG Greenpeace Brasil, explicou que "nós já perdemos 20% da floresta amazônica".

Após apelos da WWF e até de Gisele Bünchen, Temer veta redução de reserva na Amazônia

Presidente vetou projeto que reduzia área da Floresta Nacional de Jamanxim no Pará.

Pauta havia sido aprovada pelo Congresso por pressão dos ruralistas


Em busca de pautas positivas, Michel Temer atendeu a um apelo de sua área ambiental e vetou integralmente a proposta, aprovada no final de maio no Senado, que reduzia uma importante área de preservação ambiental na Amazônia: a Floresta Nacional do Jamanxim, em Novo Progresso (Pará). O projeto retirava 480.000 hectares dos 1,3 milhão da unidade, abrindo a possibilidade na região para um aumento do desmatamento equivalente à área de duas cidades de São Paulo. Nas últimas semanas, a pressão de ambientalistas para que o presidente vetasse o projeto aumentaram, incluindo apelos públicos da supermodelo Gisele Bundchen.
O projeto aprovado no Congresso era uma versão modificada de uma Medida Provisória enviada pelo próprio Governo federal. Originalmente, o projeto pretendia transformar uma área de 304.000 hectares de Floresta Nacional (Flona), onde a ocupação privada é proibida, em APA, onde ela é permitida obedecendo regras ambientais. Com isso, a área ambiental do Governo pretendia tentar solucionar um conflito fundiário na região, permitindo a regularização de propriedades que já estavam dentro da floresta antes mesmo de a área de preservação ser criada, há 11 anos. A regularização possibilitaria que se fizessem exigências ambientais aos proprietários. Para compensar o rebaixamento, o Governo propunha que 437.000 hectares dos 1,3 milhão da floresta nacional fossem incorporados ao Parque Nacional do Rio Novo, uma área de proteção integral, ou seja, de conservação ainda mais rígida que as Florestas Nacionais. 
Mas, no Congresso, onde os ruralistas têm muita força, a proposta sofreu modificações que trariam mais prejuízos à Amazônia. O relatório do deputado federal José Priante (PMDB/PA) desconsiderava a possibilidade de transformar parte da área em parque e aumentava em 176.000 hectares a área destinada à APA, que permite ocupação. Esta área, entretanto, correspondia a uma quantidade maior do que a necessária para regularizar as propriedades já existentes lá, segundo cálculos do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMbio). Por isso, havia o temor de que a brecha abriria a possibilidade para que mais pessoas ocupassem a área de floresta, numa região que sofre muita pressão de latifundiários que criam gado e de madeireiros. A região onde está localizada a Jamanxim concentra as 12 unidades de conservação federal com maior quantidade de desmatamento ilegal do país, segundo o ICMbio.
Após a aprovação no Senado, a ONG WWF iniciou uma campanha pedindo para que o presidente vetasse as modificações. Gisele Bündchen também participou, pedindo diretamente para Temer, em seu Twitter, para que ele não sancionasse a medida. Nesta segunda, em uma mensagem ao Senado, ele comunicou que vetava as mudanças, após uma manifestação do Ministério do Meio Ambiente, que afirmava que “as modificações alteram substancialmente o regime de proteção das unidades de conservação, com potencial de comprometer e fragilizar a preservação ambiental em uma região sensível". Bündchen e a WWF foram os primeiros a serem avisados.
fonte: https://brasil.elpais.com/brasil/2017/06/19/politica/1497896865_901982.html


Amazônia: Temer diz a Gisele Bündchen que vetou reduzir áreas
de preservação


Presidente informou à top model, no Twitter, que vetou 'integralmente' trechos
que diminuíam área preservada da Amazônia. Segundo especialistas, legislação
poderia favorecer ocupações ilegais.

O presidente Michel Temeranunciou nesta segunda-feira (19) no Twitter, em resposta à top model Gisele Bündchen e à ONG WWF, que vetou "integralmente" trechos de duas medidas provisórias aprovadas no mês passado pelo Congresso Nacional que poderiam diminuir a área preservada na Amazônia.

Após o relato do peemedebista na rede social, a assessoria do Palácio do Planalto confirmou os vetos nas MPs 756 e 758.

Temer tinha até esta segunda-feira para sancionar ou vetar as duas MPs. Segundo especialistas, a eventual sanção dos textos poderia favorecer ocupações ilegais de terras e beneficiar desmatadores da Amazônia.

Modelo mais famosa do planeta, Gisele Bündchen publicou nesta manhã, em sua conta pessoal no Twitter, mensagens em português e em inglês pedindo que o presidente da República vetasse os projetos polêmicos.

Na rede social, a top model afirmou, citando Temer, que "é nosso trabalho proteger nossa Mãe Terra". "@MichelTemer, diga NÃO para reduzir a proteção na Amazônia!", escreveu Gisele.

Em resposta à mensagem da modelo, Temer anunciou no Twitter que havia vetado integralmente os trechos da MP que reduziam a área protegida de uma reserva paraense. "@giseleofficial e @WWF, vetei hoje integralmente todos os itens das MPs que diminuíam a área preservada da Amazônia", informou o presidente na rede social.


MP 756


Pivô das queixas dos ambientalistas, a MP 756 foi vetada integralmente por Temer. A redação original da medida provisória enviada pelo governo ao Congresso ampliava os limites do Parque Nacional do Rio Novo, no Pará, diminuía uma parte da Floresta Nacional do Jamanxim, também no estado, e, como forma de compensação, criava a Área de Proteção Ambiental (APA) Jamanxim. Ao todo, a área preservada, pelo texto original, seria ampliada em 667 mil hectares.

Situado a 1,6 mil quilômetros de Belém – no sudoeste do Pará –, a Floresta Nacional do Jamanxim é um santuário de 1,3 milhão de hectares onde vivem espécies nativas da Amazônia.

A reserva, que tem regras de proteção rigorosas, foi demarcada, em 2006, por meio de um decreto assinado pelo então presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Em Jamanxim, são permitidas apenas atividades de pesquisa e exploração sustentável, como as praticadas por comunidades tradicionais de ribeirinhos e extrativistas. Por isso, 88% da floresta estão preservados.

No entanto, durante a tramitação do texto na comissão mista da Câmara e do Senado, a medida provisória foi alterada.

Os congressistas transformaram uma área de 486 mil hectares, que correspondem a 37% da floresta, em uma área de proteção ambiental.

As Apas têm regras de exploração menos rígidas, podendo ter suas terras ocupadas e exploradas, enquanto as florestas nacionais só podem ser habitadas por famílias que viviam na região antes da criação da unidade, usadas de forma sustentável e para fins científicos.

A alteração da categoria de preservação gerou duras críticas por parte de ambientalistas e do Ministério do Meio Ambiente.

Além de alterar a categoria de preservação da reserva paraense, os parlamentares também incluíram no texto da MP uma alteração no Parque Nacional de São Joaquim, em Santa Catarina.

O relator do projeto acatou emenda do senador Dalírio Beber (PSDB-SC) para excluir áreas do Parque Nacional de São Joaquim e mudar seu nome para Parque Nacional da Serra Catarinense.


MP 758

Inicialmente, a MP 758 alterava outro trecho da Floresta Nacional do Jamanxim para criar o Parque Nacional do Rio Branco no município de Trairão (PA). Michel Temer vetou parcialmente a proposta aprovada pelo Legislativo.

O presidente vetou a parte que tratava da alteração do parque em área de preservação ambiental.

Ao justificar o veto parcial, o governo argumentou que a modificação proposta alteraria substancialmente o regime de proteção de área do parque nacional, alcançando mais de 100 mil hectares.

Na avaliação do governo, essa mudança teria potencial de comprometer e fragilizar a preservação ambiental em uma região sensível da Amazônia.


Críticas de ambientalistas



Ambientalistas advertiam, antes do veto das MPs, que a legislação aprovada pelo Congresso Nacional poderia abrir caminho para a legalização de áreas invadidas por grileiros.

O Ministério do Meio Ambiente também se manifestou contra as mudanças feitas pelos congressistas na redação das duas medidas provisórias. A pasta recomendou que o presidente vetasse as duas propostas alegando que a versão final dos textos não estava de acordo com estudos ambientais e de ocupação.

O Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon) analisou a área onde a nova Apa iria ser criada e descobriu que, nessa área, existem 334 ocupações embargadas pelo Ibama por desmatamento ilegal, totalizando 71 mil hectares de terras invadidas.

“É como se passasse uma mensagem de que o crime ambiental compensa, e uma aprovação da medida provisória nesse sentido seria extremamente negativo para toda a Amazônia, não apenas pra região da BR-163”, observou o pesquisador do Imazon Heron Martins.

Por outro lado, o presidente da Federação da Agricultura do Pará (Faepa), Carlos Xavier, defendia a medida provisória aprovada pelo Congresso. Segundo ele, a nova lei iria trazer desenvolvimento para a região amazônica.

“É para dar exatamente esta segurança, não só na área fundiária, na área social, mas, sobretudo, na área econômica. O que nós queremos é ter esse cuidado com o meio ambiente, mas que nós possamos também produzir”, ressaltou Xavier.

fonte: http://g1.globo.com/politica/noticia/temer-anuncia-a-gisele-bundchen-no-twitter-veto-a-trechos-de-mp-que-beneficiavam-desmatadores.ghtml

Passados alguns dias,  parece que tudo piorou!

Quem informa é a página Mar sem Fim:

Governo dá mau exemplo: cortar 350 mil hectares de floresta no Pará

Governo dá mau exemplo. Quem alertou foi Claudio Angelo, do Observatório do Clima em matéria de O Eco:

Governo Federal cede às pressões da bancada ruralista

O Eco: “o governo federal cedeu às pressões da bancada ruralista. Enviou quinta-feira (12) ao Congresso Nacional um projeto de lei propondo o corte de 349.085 hectares da Floresta Nacional do Jamanxim, no Pará. O PL substitui a polêmica Medida Provisória 756, que tiraria 486 mil hectares da unidade de conservação e foi vetada no mês passado pelo presidente Michel Temer”.

Putz, vamos ter que dormir com mais esta? O Temer não tinha vetado as MPs 756 e 758? 

MPs 756 e 758. Sim, ele tinha. Pretérito imperfeito do indicativo, note o tempo do verbo.  Eu disse, pretérito! E por que ele tinha mas agora ‘destihnou’? Ah, porque ele viajou pra Noruega e não queria dar baixaria internacional. Mas deu! Aliás, cá entre nós, a Noruega não tem tanta moral assim…

APA? Como Pode?

O Eco: “o PL propõe a transformação da área recortada em APA (Área de Proteção Ambiental), categoria de unidade de conservação que admite propriedade privada, produção agropecuária e mineração. A Flona ficará com uma área total de 953.613 hectares – hoje ela tem 1,3 milhão de hectares”.

E o que é uma APA?

O Mar Sem Fim corre pra responder: APA não é nada, um determinado território onde pode tudo. Isso  é APA. Apesar do ICMBio dizer  “que  as APAs têm como objetivo proteger a diversidade biológica, disciplinar o processo de ocupação e assegurar a sustentabilidade do uso dos recursos naturais”.
Verdade? Nem o Tiririca acredita, pior não fica! Veja aqui o que rola numa APA! Se nem as mais restritivas Unidades de Conservação têm fiscalização, imagina numa APA.
E o site O Eco vai mais além e diz que…

‘A perda é maior do que o que havia sido proposto na MP 756’

Como assim? Veja:
O Eco: “é uma perda maior do que o que havia sido proposto na MP 756 original, de 2016. O texto de então retirava 304 mil hectares da unidade de conservação e acrescentava outros 438 mil hectares ao Parque Nacional de Rio Novo. E dez vezes maior do que o parecer inicial do Instituto Chico Mendes, o órgão federal de unidades de conservação. Em 2009,  o ICMBio admitia o corte de 35 mil hectares da Flona para atender a demandas justas de posse”.

Governo dá mau exemplo: e perdoa quem desmatou, fato corriqueiro no país de Macunaíma

País de quem? Do Mario de Andrade, amigo. O Mario foi quem profetizou nossa sina: Macunaíma, o herói sem nenhum caráter, será possível que você nunca ouviu falar? Não é a síntese do Brasil?
Agora chega de divagação e de volta ao O Eco:
“A justificativa apresentada no texto do PL pelo ministro do Meio Ambiente, Sarney Filho, para reduzir a Floresta Nacional é justamente o fato de ela ter sido grilada e desmatada: “A área onde se localiza a Floresta Nacional do Jamanxim tem sido palco de recorrentes conflitos fundiários e de atividades ilegais de extração de madeira e de garimpo associados a grilagem de terra e a ausência de regramento ambiental. Com reflexos na escalada da criminalidade e da violência contra agentes públicos, sendo necessária a implantação de políticas de governo adequadas para enfrentar essas questões”.
fonte: https://marsemfim.com.br/governo-da-mau-exemplo-perdoa-desmatdores/
E assim seguimos, vendo os poderosos repartirem as riquezas entre eles, sem um pingo de consciência ou remorsos. Lembro do rei Midas, aquele que transformava tudo o que tocava em ouro. Esses donos do poder teem alguma semelhança com o inconsequente rei da antiguidade. Só que, pra piorar, estão deixando um rastro de destruição por onde passam. Será que poderão ser detidos a tempo? 

Sobre alimentação: comer ou não comer carne, fastfood, veganismo. É bom se informar!

Hoje encontrei a postagem de uma amiga no Facebook sobre alimentação, na verdade sobre o mito de que DEVEMOS comer carne. Gostei muito de seu post, que reproduzo aqui com a autorização da amiga:

Não acredito em convencimento. Acredito em conhecimento. Existem vários estudos que afirmam que não precisamos comer carne animal para obtermos as proteínas necessárias. Muitos por desconhecimento, afirmam ao contrário. Nós, seres humanos, não fomos feitos para comer outros animais. Não precisa. Não se faz necessário. É um jogo das corporações e da mídia. O estudo abaixo (disponível na netflix) mostra que a Organização Mundial de Saúde, em mais de 800 estudos, encontra uma ligação direta entre a carne, o câncer e a diabetes. Classifica a carne processada como cancerígeno do Grupo Um, o mesmo grupo dos cigarros, amianto e plutônio, e classifica a carne vermelha como cancerígeno do Grupo Dois. Por que várias organizações que lutam contra a diabetes e o câncer apresentam receitas ainda com carne animal? Por que não existe essa informação destacada para o consumidor, como nos cigarros? Por que vendem a carne branca como mais saudável que a vermelha? A estratégia é confundir a população, introduzir a dúvida. Provas de patrocínios escusos. Os estudos afirmam também que a diabetes tem relação direta com a gordura das carnes e não com os carboidratos ou produtos açucarados(não estou dizendo que o açúcar é bom), e sim, pelo aumento da quantidade de gorduras no sangue. No momento, estudo sobre comprovações de que os laticínios cientificamente apresentam relação com o câncer de mama e outros diversos males. (Ana Fournier).

Essa postagem motivou um papo entre outras amigas. Uma delas, a Lina- Ana Carla, respondeu: 

Muito bom , Ana!!!!
Conhecimento acima de tudo!
Para ampliar mais ainda, indico o site do Flávio Passos Ele faz pesquisas sobre alimentação há décadas e é mestre em desmistificar as falsas verdades sobre nutrição.Tem o talento de sintetizar as informações em textos bem didáticos, e o principal : disponibiliza a bibliografia para quem quiser aprofundar os estudos.

E em seguida passou o link do Flávio Passos:

 https://flaviopassos.com/.../30/colesterol-vilao-ou-amigo/

Vale Conferir!
Eu mesma também comentei, dizendo que Há muitos interesses corporativos na indústria alimentícia e farmacêutica. E não são pela saúde das pessoas... mas lucros e mais lucros. Uns empurram os alimentos que adoecem e outros vendem a "cura". Triste tudo isso!

Ou seja, é importante que a gente procure se informar, experimentar novos sabores, quebrar nossos próprios paradigmas e preconceitos. Ouvir e sentir o próprio corpo, percebendo o que faz e o que não faz bem. 

A dica da Ana é para assistirmos ao documentário vegano “What the Health”

Produzido por Kip Andersen e Keegan Kuhn, a dupla responsável pelo mundialmente conhecido Cowspiracy, o novo longa pretende explorar a conexão entre doenças, o consumo de produtos de origem animal e a indústria farmacêutica e coloca em evidência alguns dados que sugerem que essa ligação multimilionária não é obra do acaso.
O filme conta com a participação de médicos como o doutores Michael Greger, Neal Barnard e Kim A. Williams, que defende uma dieta a base de plantas para uma saúde ótima.
Além de What the Health, outro filme com a temática diretos animais será lançado. Okja, – estrelando Tilda Swinton – explora o lado ético de criar animais para matar, e está programado para estrear no Netflix em 28 de junho.
fonte: https://www.anda.jor.br/2017/06/documentario-vegano-what-the-health-chega-ao-netflix/
Pra pensar...

Nova York, 2007. Lucy Mirando (Tilda Swinton), a CEO de uma poderosa empresa, apresenta ao mundo que uma nova espécie animal foi descoberta no Chile. Apelidada de "super porco", ela é cuidada em laboratório e tem 26 animais enviados para países distintos, de forma que cada fazenda que o receba possa apresentá-lo à sua própria cultura local. A ideia é que os animais permaneçam espalhados ao redor do planeta por 10 anos, sendo que após este período participarão de um concurso que escolherá o melhor super porco. Uma década depois, a jovem Mija (Seo-Hyun Ahn) convive desde a infância com Okja, o super porco fêmea criado pelo avô. Prestes a perdê-la devido à proximidade do concurso, Mija decide lutar para ficar ao lado dela, custe o que custar.

fonte: http://www.adorocinema.com/filmes/filme-241477/

Além desses lançamentos, há outros filmes que falam sobre a nossa alimentação, como A Dieta do Palhaço, resultado de um experimento incrível.




Em A Dieta do Palhaço (Super Size-me em inglês) o diretor Morgan Spurlock decide ser a cobaia de seu experimento onde ele come por um mês apenas no McDonald’s. Ele decide lhe fazer este desafio logo após ver na televisão duas garotas que estavam processando o McDonald’s por ficarem obesas.
Para seu experimento ele contrata 3 médicos, 1 preparador físico e 1 nutricionista, que depois dos exames concordaram que sua saúde era perfeita.

Ele também institui algumas regras:

* Deveria plenamente comer em McDonald’s três comidas por dia
* Deveria escolher cada item no cardápio do McDonald’s ao menos uma vez durante o transcurso dos 30 dias.
* Deveria ingerir só os itens do cardápio da rede de lanchonetes. Isto incluía até a água engarrafada.
* Deveria escolher o tamanho "Super Size" de sua comida sempre que lhe fosse oferecido (um dos itens, por exemplo, é de um copo gigante de refrigerante, com 2 litros).
* Deveria aceitar todas as promoções oferecidas para que ele comprasse mais comida que a intencionada inicialmente.
* Teria de caminhar a média que se caminha nos Estados Unidos, sobre a cifra de 5000 passos ao dia, porém isto não era rígido, já que ele caminhou relativamente mais, em comparação do que se caminha em Nova York que em Houston.

Já em seu segundo dia ele passa mal, dores de cabeça, suor, vômito e outros males. Em cinco dias ele engorda 4 quilos. Em sua segunda semana ele começa a ficar deprimido e com mais fome do que o normal.

Próximo do vigésimo dia, Spurlock havia sentido estranhas palpitações no coração. Consultando seu médico particular, o doutor Daryl Isaacs lhe aconselha parar o que está fazendo de imediato para evitar qualquer tipo de graves problemas de saúde. Apesar desta advertência, Spurlock decide continuar com o teste. Mais tarde declara em uma entrevista que, apesar das preocupações e objeções da maior parte das pessoas próximas a ele, era seu irmão mais velho que o motivou a continuar com sua experiência. "Morgan, a gente comeu esta merda toda sempre. Acha mesmo que vai te matar se você comer os outros 9 dias?"

Um ponto interessante do documentário é que ele passa contando sobre a cultura do lanche e saúde estadunidense. Ele aborda temas como cigarro, obesidade e merenda escolar. Em sua viagem pelos Estados Unidos ele passa vendo a qualidade da merenda em várias escolas, faz várias entrevistas interessantes que realmente fazem quem assiste mudar os seus hábitos alimentares.

Spurlock chega ao trigésimo dia e atinge o seu objetivo. Em trinta dias, Spurlock comeu o tamanho "Super Size" em sua refeição em nove ocasiões ao longo do caminho (dos quais cinco foram no Texas). Os três médicos ficaram surpresos com o grau de deterioração da saúde de Spurlock. Um deles afirmou que era irreversível o dano causado ao seu fígado, que pode sofrer, além disso, um ataque ao coração, mesmo perdendo todo o peso ganho durante o experimento. Ele disse que nesse período comeu mais refeições no McDonald’s do que um nutricionista recomenda comer em 8 anos.
fonte: http://teki-tudo.blogspot.com.br/2014/06/resenha-critica-dieta-do-palhaco.html
Em https://www.greenme.com.br/alimentar-se/alimentacao/3272-15-filmes-documentarios-sobre-alimentos, encontramos uma lista de filmes sobre esse tema:

Food Inc. - Food Spa - Você sabe que comer ?

Food Inc. é um filme documentário de 2008, dirigido por Robert Kenner. Desmascara os mistérios dos processos de produção de alimentos em nível industrial. É uma investigação real que mostra que a indústria alimentar os EUA não respeita o direito à saúde dos cidadãos, nem as condições dos trabalhadores e animais de fazenda.






Um delicado equilíbrio (A Delicate Balance )

É um documentário 2008 com base em entrevistas com médicos e especialistas de diferentes universidades do mundo. O filme destaca a profunda conexão entre nossas escolhas alimentares e da propagação de doenças em abundância: câncer, doenças do coração, osteoporose, diabetes e doenças autoimunes. Eles também tratam de temas relacionados à pecuária e impacto ambiental e das pescas.


Meat the Truth

Meat the Truth é um documentário que fornece informação científica importante sobre a mudança climática e como ela se relaciona com a criação de animais, a partir de um dado muito óbvio: fazendas causam 18% do efeito total do efeito estufa.




Conectado pelo café

Conectado por café é um documentário criado para contar a verdadeira história do café e para trazer para fora o lado escuro de sua produção, e mostrar como o lado positivo pode garantir ao povo local a chance de um cultivo justo e ecológico, mesmo em pequena escala. É possível apoiar a sua implementação com uma doação online.


O Mundo Segundo a Monsanto

O Mundo Segundo a Monsanto - Le monde selon Monsanto (título original) - é um documentário dedicado à multinacional de OGM, feita por Marie Monique Robin. O diretor é o autor do livro homônimo. Ambos lançam luz sobre o trabalho da Monsanto e da influência sobre a produção agrícola e alimentar da empresa.


Food Fight

Food Fight é um documentário dirigido por Chris Taylor e filmado em 2008. Por meio de entrevistas com políticos e chefs, evidencia a velocidade com que a nossa forma de nos alimentar tem mudado ao longo das últimas décadas. O filme mostra a viagem da comida em nossas mesas e a estreita ligação entre comida e cultura no mundo, além de seu impacto ambiental sobre a saúde e o meio ambiente.



Forks

Forks é o título de um documentário que destaca a estreita ligação entre a propagação de doenças degenerativas e mudanças na dieta que ocorreram no Ocidente nas últimas décadas. A maioria dos distúrbios, de acordo com estudos realizados por nutricionistas e especialistas, é causada pela presença em nossa dieta de alimentos de origem animal hoje.


Os custos ocultos dos hambúrgueres

Quais são os custos ocultos da produção de um hambúrguer? Esse curta documentário animado lança luz sobre os efeitos colaterais para o planeta e para os animais causados pela indústria da carne, com especial referência aos Estados Unidos e o mundo ocidental, onde estão os maiores consumidores de hambúrgueres do planeta.



Como alimentar o mundo
Como alimentar o mundo é um curta documentário feito em 2010 por ocasião do Paris Cité des Sciences. Mostra várias maneiras de interagir com o sistema de produção global de alimentos, da subsistência à escolha de comida local. Ele fornece ao espectador uma visão geral sobre a produção e distribuição de alimentos, juntamente com algumas dicas sobre como comer de forma mais sustentável.


A colheita

A colheita é um documentário que explora em profundidade a exploração de crianças na agricultura, uma realidade , infelizmente, ainda muito enraizada no "civilizado" Estados Unidos. O que nós comemos pode ser o resultado de condições de trabalho escravo de crianças e jovens sem direitos.


Our Daily Bread

Our Daily Bread é um documentário que revela o choque dos bastidores da indústria alimentar. Baseando-se no poder das imagens, o filme mostra os danos causados pelo capitalismo na produção de alimentos, em que a lei é apagada pelo lucro.


Agricultura Sustentável

Where Do We Go From Here? é o título de um documentário que visa estabelecer as bases para um futuro em que a agricultura sustentável deve prevalecer e se tornar ainda mais eficiente. A agricultura intensiva, de fato, tem sugado 40% dos recursos do planeta.


O Jardim

Um hino à agricultura local e sustentável, bem como a horticultura urbana. O Jardim conta a dificuldade de obtenção de um espaço para cultivar seu próprio alimento através da criação de um jardim comum e a satisfação de ser capaz de desfrutar dos frutos da colheita, depois de superar inúmeros obstáculos.


Taste the Waste

Por falar em comida, você não pode ignorar a realidade da queima de resíduos alimentares. Prova do desperdício é um documentário que nos mostra a realidade nua sobre a quantidade de comida que é desperdiçada todos os dias por diferentes - e muitas vezes absurdas - razões. Durante a transição do campo para a cidade, pelo menos metade dos alimentos produzidos é descartada. É possível parar de desperdício de alimentos?


 e ALGUNS MAIS...